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Código telefônico: 3
População: cerca de 23 mil habitantes
Fuso horário: + 13h

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Queenstown

Queenstown
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Pequena e pacata, mas ao mesmo tempo pulsante. Queenstown é a princesa da ilha sul da Nova Zelândia. E atrai milhares de jovens do mundo inteiro ávidos por fortes emoções. Afinal, foi eleita disparada a “capital mundial” dos esportes radicais, oferecendo mais de 50 atividades do gênero.

A Cidade da Rainha, como também é conhecida, está repleta de natureza e paisagens impressionantes. É banhada por um imenso lago de águas cristalinas (chamado Wakatipu) e cercada por duas altas cadeias montanhosas, incluindo florestas e uma grande variedade de vida selvagem. Pode-se dizer que é um dos lugares mais bonitos do mundo. Não por acaso muitas cenas da famosa trilogia cinematográfica “O Senhor do Anéis” foram filmadas por lá. No inverno, os paredões rochosos cobertos de neve transformam-se nas mais concorridas estações de esqui da Oceania.

Durante o ano todo, Queenstown é um destino perfeito não só para os amantes da aventura, mas até para quem busca descanso, lazer e cultura.

Cultura

A exemplo de Auckland e Wellington, a cultura maori também é bastante presente em Queenstown. Há muitos lugares que fazem referência à tradição nativa. Um deles é o Queenstown Maori Concert & Feast, uma casa de shows de música e dança ligada à herança tribal neozelandesa. Pelo centro, as construções restauradas do século passado são um charme à parte. E no quesito museus, além dos acervos convencionais, conheça o curioso espaço temático sobre Motores. Nesse museu, o visitante aprecia uma bela coleção de carros e motos antigas.

Para enriquecer ainda mais seu repertório cultural, não deixe de ir a Arrowtown, uma vila de época da corrida ao ouro, situada a 20 km do centro. O lugar preserva construções históricas e atrações típicas. Já no inverno, a cidade da aventura promove sempre uma série de festivais musicais e competições esportivas na neve.

Passeios

Na capital mundial da adrenalina, é preciso ter uma boa dose de coragem para desfrutar todas as atrações disponíveis. Pois rolam os mais inusitados tipos de passeios e atividades. Em uma semana, dá para fazer muita coisa. Você escolhe: bungee jump, paraquedas, balonismo, jet-boating (lanchas superpotentes) , canoagem, rafting, mountain bike, trilhas a pé ou em carros 4x4, parapente, asa-delta, escaladas, snowboard... E fique tranquilo, que é possível sim voltar pra casa inteiro após tanta aventura.

Para esquiar, há vans que levam às procuradas estações de inverno nas montanhas Remarkables e Coronet Peak, situadas a 30 km do centro. Mas o que mais faz sucesso mesmo na cidade é o bungee jump. E são três principais locais para saltar da corda (43 m, 71 m e 134 m de altura). O ponto mais “alto”, equivalente a um prédio de 44 andares, fica no desfiladeiro do rio Nevis. O mais “baixinho”, por sua vez, está na ponte sobre o rio Karawau e é considerado o bungee jump mais antigo do mundo. Foi criado em 1988, com o objetivo de matar a vontade dos “loucos” que desejavam se atirar da ponte, mas voltar vivo para contar a sensação.

Aos aventureiros mais moderados, também não faltam boas opções de lazer. Na orla do lago Wakatipu, por exemplo, o cais cheio de barcos e lanchas oferece tours aquáticos só para admirar as belas paisagens. Destaque para o tranquilo cruzeiro perto de Milford Sound, que integra o parque nacional Fjordland. Ali próximo, tem o parque Kiwi and Birdlife e seu tradicional espetáculo do kiwi (pássaro nativo) no habitat noturno. Relaxar em um dos amplos jardins ou gramados floridos também cai bem para baixar os níveis de adrenalina do corpo. Ou que tal uma voltinha em um rinque de patinação ao ar livre?

Por fim, o turista deve guardar fôlego para subir 790 metros de teleférico até o topo do morro Bob`s Peak, de onde se têm restaurante, bar, lojinha de souvenir e (claro!) a vista total da cidade e do lago. Já para descer de lá, as sugestões vão de parapente (voo duplo) a Luge (espécie de carrinho de rolimã montanha abaixo) e bungee jump.

Compras

O reduto comercial está na região central. E há muitas lojas espalhadas em zonas de pedestres, entre elas butiques de grifes internacionais.

Mas Queenstown é mesmo o melhor lugar do mundo para comprar roupas de lã de carneiro ou ovelha (animais típicos da região) e também peças e equipamentos de aventura. Afinal, trata-se da terra dos esportes radicais. Existem ainda lojinhas de lembrancinhas, muitas delas com artefatos da arte maori – o povo nativo. Nesse estilo, chamam atenção as esculturas em jade, a principal pedra do país. Além disso, na maioria das prateleiras, são bastante comuns as cartelinhas do mel local à venda. Uma delícia!

Já em Arrowtown, o vilarejo histórico mais afastado, fica a rua Buckingham. Ela é famosa pelos seus requintados chocolates feitos à mão, pelas roupas artesanais, vinhos, além de objetos de arte, de cristais e ouro.

Noite

Apesar de pequena, Queenstown é turbinada por jovens turistas e raramente dorme. A cidade conta com boas opções de bares, inclusive com jazz ao vivo, e danceterias com DJs tops. O agito fica mais no centro, onde as noites de verão são muito agradáveis.

Como dicas de lugares animados, vale conferir o Eichardt's Hotel, um pub antigo perto do lago Wakatipu, e o Abbey Road, tradicional point de mochileiros. A cerveja é a bebida predileta dos baladeiros locais.

Comida

O viajante vai encontrar os melhores restaurantes e cafés no centro da cidade. A rua que margeia o lago tem bons estabelecimentos da cozinha neozelandesa. O cardápio regional característico engloba peixes, carne e costela de carneiro, vegetais, vinhos pinot noir e cervejas artesanais. Aliás, o sul da ilha tem a rota do vinho. São mais de 70 vinícolas visitáveis (e degustáveis).

Fora da orla do lago, dá para encontrar restaurantes mais baratos de comida asiática. E se bater saudades do fast food, corra até o pequeno e bonito shopping da cidade.

Transporte

O centro da cidade, a apenas dez minutos do aeroporto e acessível via transfer gratuito, é bastante compacto. Assim, o melhor jeito de conhecer os principais pontos turísticos, lojas, galerias, bares e restaurantes é a pé ou de bike. O fato de existir muitas ruas exclusivas para pedestres também ajuda a locomoção com as próprias pernas.

Nas ruas, o trânsito é praticamente zero e semáforos quase nem existem. Pois há poucos veículos em circulação. Você pode até alugar um carro enquanto estiver em Queenstown, se preferir, mas o serviço público de ônibus é bem eficiente. Opera até tarde da noite e cobre toda a cidade e áreas vizinhas. No inverno, há linhas de vans que levam do centro às estações de esqui nas montanhas.

Informações Gerais

  • Clima: O verão registra temperaturas agradáveis de 20°C a 30° C. Já o inverno é alpino, com termômetros abaixo de zero e ideal para os esportes na neve.
  • Código telefônico: 3
  • População: cerca de 23 mil habitantes
  • Fuso horário: + 13h
  • Idiomas: Inglês neozelandês e maori
  • Moeda: Dólar neozelandês

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