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África do Sul

Cinco vezes maior que a Grã-Bretanha e duas vezes maior que a França, engana-se quem pensa que a África de Sul se sobressai pela dimensão do território. O destino de viagem que teve o mais rápido crescimento do mundo e está entre as 10 principais rotas educacionais rouba a cena quando o tema é cultura – isso sem falar na fauna e na flora. Afinal, o território descoberto pelos amigos lusitanos sofreu diversas influências até o final do século XVI, o que resultou num povo com características das tribos Zulu, Xhosa, N’debele, Pedi e Basotho, dos mestiços e indianos, além dos descendentes de holandeses, alemães e ingleses. Desde 1994, com a eleição de Nelson Mandela para presidente, a África vive tempos de igualdade com o fim do apartheid, que durante três séculos segregou as raças.

Experimentando a efervescência de uma indústria cultural em crescimento, o país de transformou em palco de manifestações artísticas. Museus, por exemplos, estão por toda parte, como: a Galeria de Arte da África do Sul na Cidade do Cabo, o Museu do Apartheid em Johannesburg, o Museu Nacional de Literatura Inglesa em Grahamstown e o Monumento Afrikaanse Taal em Paarl. O mérito, contudo, ainda é do povo San, os primeiros artistas da região que decoravam cavernas com pinturas nas rochas e gravuras de animais. Anos mais tarde, com um toque europeu (lembram da diversidade de tribos e descendências? Pois é!) a arte fundiu culturas e se tornou mundial, aquelas esculturas, entalhes em madeira, cestarias, arte em miçangas e em arames e cerâmicas que hoje todo mundo conhece. A característica híbrida também contaminou o teatro, que segue duas linhas, uma européia e outra mais étnica. Na música, a multiplicidade não ficou para trás e carrega sons do pop africano, soul, jazz, reggae e hip-hop. Conglomerando toda e qualquer manifestação artística, em julho acontece o Festival de Artes Nacionais, em Grahamstown, no Eastern Cape.

E com clima bem semelhante ao do Brasil (temperaturas mais quentes entre novembro e abril e friozinho entre maio e agosto), o esporte mais popular entre os sul-africanos não poderia ser outro que não o futebol. Mas, no país que vai sediar a Copa do Mundo de 2010 ainda têm espaço para críquete, rugby, hockey, netball, golfe, futebol, natação, tênis, atletismo e surf. Também existem maneiras de elevar a adrenalina no cenário sul-africano, que mais parece pintado à mão. Para começar, o bungee jumping mais alto do mundo, de 216 m, o famoso Bloukrans, está lá. E ainda tem: trilhas de escaladas, balonismo e rafting. Campeão no estilo unir o útil ao agradável, vale uma pescaria no Kruger National Park, o maior parque nacional do mundo, com 147 espécies de mamíferos, 507 espécies de pássaros, 114 espécies de répteis e aproximadamente 1950 espécies de plantas.

Dados Básicos
Moeda:
Rand Sul-Africano (R).

Fuso Horário:
5 horas

Capital:
Pretória é a capital administrativa, Cidade do Cabo a legislativa e Bloemfontein a judiciária.

Idioma:
Os principais são afrikaans e inglês(usado para os negócios), mas o país possui onze línguas oficiais.

Território:
1.219.090 Km da mais rica fauna e flora.

População:
44.819.778 habitantes


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