Não precisa ficar quebrando a cabeça para decidir se vai ao Chile em julho ou em janeiro. O país é um daqueles destinos para ir o ano inteiro. No inverno, as estações de esqui dos Andes – com suas paisagens estonteantes - são a escolha certa. As principais são Valle Nevado, Portillo e Termas de Chillán.
No verão, vinícolas históricas e praias como Valparaíso e Viña Del Mar, duas cidades frente para o oceano Pacífico, garantem o passeio.
Mas um dos grandes destaques do país é mesmo o Deserto do Atacama, ao norte. O Atacama ocupa uma estreita faixa de terra entre o Oceano Pacífico e a Cordilheira dos Andes e se estende do sul do Peru ao norte do Chile. Situado à cerca de 3.000 metros altitude, o que torna seu ar rarefeito, é um dos lugares mais secos do planeta. Em algumas localidades não chove há mais de trinta anos. Lá se vê um dos mais impressionantes jogos de luzes e sombras do mundo, numa incrível paisagem de pedras e areia.
Uau! Mas as maravilhas do país não param por aí. Para quem não sabe, a população chilena é maioria branca e mestiça, de origem espanhola e indígena. No entanto, descendentes ingleses e franceses também estão presentes neste rico país, que pega fogo quando o sol se despede e as casas noturnas começam abrir.
Assim como os vinhos, a gastronomia chilena é rica e diversificada. As empanadas, apesar da origem argentina, são muito consumidas por lá. Um dos pratos típicos é a cazuella, uma espécie de sopa de carne com cenoura, cebola e pimentão. O salmão é encontrado em quase todos os restaurantes, com as mais variadas receitas, já que o país é um dos maiores produtores do mundo do peixe.
A economia do país também vai de vento em popa e é considerada a mais próspera da América Latina. Hummm... Com certeza é uma boa pedida na hora de carimbar o passaporte, não é?
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