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Sem Roubada

Curso no exterior virou bicho de sete, oito, nove cabeças? Ao contrário, basta colocar a sua cabeça para funcionar que tudo dá certo.

Pra muita gente, estudar no exterior é sinônimo de grana alta, papelada, burocracia sem fim e um monte de dúvidas sobre onde ficar, como é a qualidade do ensino, será que é aquilo que a gente vê nos filmes ou tudo não passa de ficção? O segredo é um só: ter ao seu lado uma empresa com credibilidade, que fala a sua língua e tem anos de experiência resolvendo exatamente isso que você chama de pepinos.

Na hora de escolher o país ou a instituição que você quer freqüentar vale a pena observar qual é a política local para alunos estrangeiros. Na França, por exemplo, as universidades incentivam os estudos de estrangeiros no país e oferecem cursos por valores bem mais em conta do que os praticados regularmente. Para estudar nos Estados Unidos, você deve ser aceito pela universidade, mas não entre em pânico por causa disso. Há sempre consultores especializados para te auxiliar.
 
O importante é pesar cada ponto que conta na hora de partir para uma empreitada fora da sua terra natal. Por exemplo, qual o seu conhecimento do idioma local (ou se o que você quer mesmo é aprender a língua falada por lá), a sua experiência profissional e a grana que você ou sua família tem para investir. Sim, porque estudar no exterior nunca é gasto, mas sim investimento. É só perguntar a quem já foi. Por último, lembre-se de quanto tempo você tem para ficar. As opções vão de cursos com dois anos ou mais de duração a especializações perfeitas para seu currículo que podem ser concluídas em bem menos tempo.

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