“Paz e amor!” Quem nunca ouviu falar no famoso lema que influenciou a juventude mundial na década de 1960? Foi quando o movimento hippie nasceu em San Francisco , nos Estados Unidos, e se espalhou pelo planeta.
Antes recluso em bares americanos nos anos 1950, o movimento hippie teve seu auge justamente na cidade californiana durante o “Summer of Love” (Verão do Amor), em 1967. O evento, que reuniu mais de 100 mil jovens e estudantes no bairro de Haight-Ashbury, entrou para a história como o momento em que a cultura hippie despontou para o mundo.
Os jovens da época protestavam contra a guerra (do Vietnã) e idealizavam novas formas de viver. Liberdade e amor livre eram as principais premissas. Os participantes criaram então a lendária corrente da contracultura, rejeitando as convenções sociais vigentes na época.
No melhor estilo psicodélico, os hippies tiveram grande influência na música, artes, cinema, moda e no comportamento das pessoas. Tudo em prol da liberdade de expressão, maior tolerância e fim aos preconceitos. O jeito plural de se vestir era a grande marca dos ripongas. A moda era não seguir a moda.
Os tempos hippies acabaram há décadas. Mas, graças ao revolucionário movimento, San Francisco se eternizou como a cidade mais liberal dos Estados Unidos. E suas marcas até hoje estão presentes nas vidas cultural e social dos americanos. Nas grandes cidades do país, ainda sobrevivem alguns velhos ripongas com a camiseta da Grateful Dead, a banda de rock que foi símbolo da cena hippie na cult San Francisco.


