O lugar para aprender o autêntico espanhol

Publicada em: 17/01/2011

Não é novidade que o espanhol está entre os cinco idiomas mais falados neste mundo globalizado. Portanto, ser fluente nele é um bom diferencial no mercado de trabalho atual. O viajante pode fazer intercâmbio para estudar castelhano na Argentina, Chile ou em outros países da América Latina.

Mas nada se compara a aprender a língua diretamente na capital da Espanha. O espanhol da população madrilena é o original, falado de forma mais clara e sem sotaque, diferente da entonação portenha ou das ilhas hispânicas. Não haverá problemas para entender. Em alguns casos, você notará até uma similaridade com o português. Há facilidade de se comunicar, mesmo para quem só arrisca um portunhol.

Além do mais, o povo espanhol é muito parecido com o brasileiro, o que fará você se sentir em casa. Dá para conhecer muitas pessoas, pois o madrilês em geral é muito acolhedor. Não é difícil fazer amigos e se divertir com eles. Por tudo isso, Madri é o destino ideal, se não o melhor, para praticar o autêntico castelhano.

Origem do idioma

O que nós, brasucas, conhecemos como espanhol é, na verdade, o castelhano. Derivada do latim, essa língua despontou durante a Idade Média em Castilla La Mancha e Castilla y León, região que circunda justamente a capital da Espanha . Assim, o castelhano não tardou a se tornar o idioma oficial e mais falado do país, sendo exportado para as colônias espanholas na América e no resto do mundo.

No entanto, devido às diferentes características regionais, o castelhano falado em Madri soa bem diferente daquele no México ou na Venezuela, e mais ainda do da Argentina e Paraguai. Seria como comparar o português do Brasil com o português de Portugal.

O sotaque madrileno é mais lento do que o argentino e mais rápido que o mexicano. Para quem está aprendendo espanhol, é mais fácil entender o castelhano de Madri do que o falado na Argentina, Chile, Colômbia ou Paraguai. O certo é que, independente do lugar escolhido, vale a pena estudar a língua de ícones da literatura mundial, como Miguel de Cervantes e Gabriel García Márquez.

 

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