Sem exageros, a Nova Zelândia é sim a capital mundial dos esportes radicais. Um paraíso nitroglicerínico, onde se pratica de tudo, desde as modalidades tradicionais até outras mais inusitadas, mas igualmente cheias de adrenalina.
Representando o espírito aventureiro do país, Auckland oferece muitas atividades de acelerar o coração. Por ser repleta de construções verticais, a cidade tem o bungee jump como grande atração. Há muitos pontos espalhados para se atirar em queda livre.
O edifício Sky Tower, o mais alto do Hemisfério Sul, é o preferido da galera. De lá, os corajosos saltam de uma altura de 192 metros, embora o topo do prédio panorâmico em forma de antena chegue a 328 metros. Outro ponto bastante requisitado para pular com a corda elástica é a famosa ponte da cidade, a Auckland Harbour Bridge, de 40 metros de altura.
Simultaneamente, a geografia e o clima tropical da cidade-ilha permitem aos amantes de esportes aquáticos radicalizar no mar. Surfe, jet ski, vela, windsurfe, canoagem, mergulho, esqui na água e wakeboard são algumas das modalidades para curtir.
A região também conta com montanhas, como a altíssima Mount Eden, e florestas para fazer trekking (trilha natural), rapel (escalada) e tirolesa. A alguns quilômetros de carro da metrópole, rola até de escalar cânions e nadar em belas cachoeiras. Em Waitomo Caves, por exemplo, existe uma extensa área de grutas para desbravar. Ela é formada por rios subterrâneos mergulháveis, estalactites, estalagmites e grandes salas debaixo da terra.
Em meio a tantas opções para testar os limites, nada desponta como mais curioso e diferente que o zorbing. O objetivo desse esporte bastante popular entre os aucklanders é simples: descer qualquer ladeira íngrime rodando. Mas rodando o quê? A viagem acontece em uma bolha de PVC que atinge 30 km/h. Parece devagar, mas para quem vai dentro não é!
Aliás, a qualquer velocidade, altura ou manobra, o viajante termina a aventura com a prazerosa sensação de autossuperação... e pronto para outra. Vai encarar?


