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Publicada em: 01/11/19

Mercado S/A


Correio Braziliense - Economia - 30/10/2019

A modernização do setor aéreo brasileiro

Uma das principais realizações do governo Bolsonaro – e que precisam, em parte, ser creditadas à administração Temer – são as profundas transformações no setor aéreo. Entre as iniciativas que modernizaram a atividade no país estão a Medida Provisória (editada em dezembro do ano passado e aprovada em maio pela Câmara) que autoriza a participação de 100% de capital estrangeiro em companhias brasileiras, a flexibilização das regras aeroportuárias e a chegada de empresas de baixo custo (as chamadas low-cost). Agora, o governo pretende quebrar o monopólio da Petrobras no querosene da aviação, o que, certamente, reduzirá os custos operacionais para as empresas. Elas, porém, não são as únicas beneficiadas. Todas as propostas elencadas acima beneficiam principalmente os consumidores. Quanto mais competição no setor – e com regras mais claras e simples –, maior é a chance de o preço das passagens cair.

Depois da crise, exportações de tabaco avançam

Apesar da queda em valor e volume nos últimos três anos, as exportações brasileiras de tabaco prometem encerrar 2019 em alta. A tendência é de um acréscimo de 6% a 10% em dólares e de 10% a 15% no volume de tabaco embarcado, na comparação com 2018. O prognóstico veio de uma pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco) junto à consultoria americana PWC. Isso pode significar até US$ 2,2 bilhões de receitas e 530 mil toneladas de fumo exportadas.

Construtora Vitacon lança cápsulas para dormir

A construtora Vitacon, conhecida por seus microapartamentos, aposta em negócios ainda menores. A empresa vai lançar cápsulas para dormir de dois metros quadrados, as menores da América Latina. Para ocupar o espaço, o cliente paga R$ 40 por hora ou R$ 150 o pernoite. Segundo a Vitacon, o foco será o público que está de passagem pela cidade, virou a noite no escritório ou acabou de sair de uma balada e precisa tirar um cochilo. O projeto estreia em novembro, em São Paulo.

Mastercard aposta no sistema “cashback”

A guerra dos cartões de crédito está cada vez mais acirrada. A Mastercard vai oferecer cashback – como é chamado o sistema que consiste na devolução de parte do dinheiro pago pelo produto – para os clientes estrangeiros Black e Platinum que realizarem compras em estabelecimentos credenciados no Brasil. Nos Estados Unidos e em diversos países europeus, o cashback virou febre, ocupando o espaço dos programas de fidelidade. No mercado brasileiro, o modelo é pouco conhecido.

R$ 4,156 trilhões

é o valor acumulado em setembro da Dívida Pública Federal (DPF), principal indicador de solvência da economia brasileira. O valor é 2% maior do que o registrado em agosto

Rapidinhas

» Um levantamento da consultoria BigData Corp descobriu que, dos 14 milhões de sites brasileiros ativos, menos de 1% passou nos testes de acessibilidade para usuários com deficiências. No caso dos sites governamentais, o número cai para 0,34%. A maioria dos endereços on-line do país (93,79%) apresentou falha nos formulários, imagens e links.

» “Existe um impacto direto da tecnologia sobre a acessibilidade”, afirma Thoran Rodrigues, fundador da BigData Corp. “À primeira vista, pode parecer um grande desafio vencer esta corrida, principalmente porque os sites são muito visuais. No entanto, é preciso desmistificar a acessibilidade. Existem ferramentas que permitem a qualquer site ser mais acessível.”

» Maior agência de intercâmbio do país, a CI vai lançar um produto focado no público cristão: o Intercâmbio Zion. Segundo a empresa, estudos mostraram que há um gap de mercado que poderia ser explorado, já que 90% dos cristãos pensaram em realizar um programa desse tipo fora do país.

» A empresa brasileira Sankhya, que atua com soluções para gestão empresarial e que soma cerca de 10 mil clientes no país, vai abrir duas unidades em São Paulo. Ao todo, inaugurou 10 endereços em 2019 e espera, a partir dessa expansão, alcançar um faturamento de R$ 220 milhões.

"A relação do Brasil com a Argentina é muito mais do que ideológica. É geográfica. Por mais que não exista afinidade política entre os dois governos, é preciso que ambos encontrem soluções conjuntas. Brasil e Argentina são mais fortes juntos"

 


Jornal Estado de Minas


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